A cobra que nos devora é a inveja, esse fel. Engole-nos com os seus sucos mortíferos, descarnando-nos. A cobra que nos devora sangue e alma, que nos estrangula até à ruína, até ao último dos fôlegos. A inveja, esse veneno sem antídoto, penetra no sangue, como um crivo, enfraquecendo-nos, tornando-nos presas fáceis para os predadores que farejam a insegurança, salivando-se por nos dilacerar.
Joana Branco
5/2/2009
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarCada gota que cai fere*
ResponderEliminarMalditas cobras!!